sábado, janeiro 28

O close-out importa?

Aqui à uns dias estava de saída da tribo quando o mano me mostra a última Surfer, a primeira nota é a de que depois de tantos anos a dizer "que ganda capa!!" número após número, esta é de facto uma das grandes capas de sempre da "prima dona" das mags de surf, e ainda por cima nem uma fotografia de ondas...
Bom mas vamos ao que interessa, um dos artigos deste número aborda uma questão curiosa que aproveito para lançar ao pessoal: Os close-outs importam?

A verdade é que para mim importam sim senhor! Não como um atestado de virilidade mas antes pela intimidade e desinteresse do momento. Se um tubo seco a sensação é de explosão de alegria, de conquista, uma expressão de algum domínio sobre as variáveis, o close-out é de comunhão desinteressada, de puro culto, como se teimassemos em ser àgua. Para mim o close-out também pode ser um baptismo, um prelúdio para a sessão que se segue, do género "provar o fel para depois saborear o mel".
Positive vibes